(Borat – Cultural learnings of America for make benefit glorious nation of Kazakhstan, 2006, EUA – direção: Larry Charles – duração: 84 minutos)

Sabe aquele tipo de filme que te perguntam, “E aí, é bom?” e você só consegue responder, “cara… vai ver!” Borat é assim… simplesmente genial.
A idéia do filme por si só já é fantástica. Sacha Baron Cohen interpreta Borat, um jornalista do Cazaquistão, que vai aos Estados Unidos fazer um documentário sobre a cultura deste estranho país. Sim, o estranho país é os Estados Unidos… pelo menos para Borat e para a maioria do mundo que ainda não possui internet, um ipod e assiste Baywatch.
Aí está a grande sacada. Criando este pseudo-documentário, Borat arranca de verdade tudo que os americanos pensam e acham. Afinal, quem vai se importar com o que as pessoas vão achar no Cazaquistão? Ou onde quer que fosse… fora dos Estados Unidos, o que importa?
E é isso que Borat mostra. E da maneira mais racista, sexista, obscena… e hilariante possível. Borat faz as perguntas mais idiotas possíveis, como se fosse uma pequena criança, e escancara muita coisa, criando assim situações simplesmente hilárias. Não um humor ordinário, não um pastelão, simplesmente um escracho total. Com a nossa cara inclusa nessa história.
Vá ao cinema e não perca um dos filmes mais bem sacados dos últimos tempos. Agora, só não vale se sentir ofendido por ele… Borat é do Cazaquistão, porque se esquentar?
Escrito por Arquito 
Escrito por Arquito 
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