Melhores de 2006

29, Dezembro, 2006

resumo2006

Já que fim de ano é uma época atabalhoada, que nos dá pouco tempo para coisas resenháveis, aí vai o resumão de 2006!

Infelizmente vai sem o mês de Janeiro, pois o blog só se iniciou em Fevereiro. A única perda que me lembro para resenha foi um show do Los Hermanos no Canecão (que não foi lá essas coisas mesmo) e algum filme no cinema… fora isso, aí vão os melhores do ano.

Gostaria também de ter conseguido ler/ouvir/assistir mais, então essa lista é baseada no que vivenciei. Espero que 2007 consiga resenhar mais, para poder ter uma lista mais precisa!
Sintam-se livres para opinar e até colocar suas próprias listas aqui.

Melhor filme: V de Vingança
Melhor livro: Memórias de Minhas Putas Tristes
Melhor álbum: Pearl Jam
Melhor quadrinhos: We3 – Instinto de Sobrevivência
Melhor Show: Franz Ferdinand – Circo Voador
Revelação: Panic! at the Disco – A Fever You Can´t Sweat Out
Decepção: Placebo – Meds

Um abraço, e ótimo 2007 para todos!!!


Show – Cirque du Soleil – Saltimbanco

5, Dezembro, 2006

5estrelas(Barra Shopping, 02/12/2006, Rio de Janeiro, RJ)

soleil

Segundo a Wikipedia, a definição de espetáculo é: uma representação pública que impressiona ou é destinada a impressionar. Também tem a definição de tudo o que atrai a vista ou prende a atenção. Pode ser um show musical, uma apresentação teatral, ou uma partida de futebol, dentre outras coisas.

Mas, sem nenhuma explicação semântica, o termo espetáculo parece que foi feito para se encaixar, de maneira impecável, em apenas uma apresentação até hoje já vista por minha pessoa: ao Cirque du Soleil.

Foi neste domingo passado que fui até à lona montada no Barra Shopping para assistir ao show. Após adentrar, nada a reclamar da organização do evento: estava muito bem feita, sem nenhuma confusão na entrada ou dificuldade para encontrar meu lugar. Apenas o lugar, a poltrona em si, que não era lá essas coisas: bem pequena e apertada. E olha que eu estava na terceira fila, teoricamente um lugar mais nobre ($$). Tudo bem, o espírito intimista é uma das forças do espetáculo, dizem. “Vambora”.

Às 20:00 horas em ponto, entram os palhaços, e descubro que estou justamente do lado da entrada para o palco. Começa a emergir em mim uma certa tensão pois, como todos sabem, o espetáculo é interativo, ou seja, eles mexem com muita gente da platéia. Olho ao meu redor e só vejo senhores e senhoras de idade… não um alvo muito interessante. Também percebo que possuo o porte físico perfeito para ser arremessado e girado no ar. “Não olhe nos olhos deles!”, aviso minha namorada. Após alguns momentos de tensão, eles resolvem catar suas vítimas lá pra trás… uuuufa! hehe

Em relação ao espetáculo… acho que não vale a pena dizer como foi. Nem o que eu gostei mais… é uma experiência única, que só vale a pena vendo. E também não quero tirar a graça de quem ainda vai, pois eles extenderam os espetáculos aqui no Rio por mais duas semanas (este domingo era pra ser o último dia, quando eu comprei a meses atrás). Mas posso dizer alguns detalhes, que contribuem para que o show seja maravilhoso: os cenários, as roupas, os equipamentos… todos impecáveis. Os efeitos de luz são perfeitos: quando a lona toda se apaga, fica um breu impressionante. As músicas, então, são um show à parte: todas tocadas AO VIVO por uma banda de palhaços. E porque não nós, o público, que contribui com o espetáculo aplaudindo a cada manobra, dança, palhaçada ou acrobacia: não tem como deixar de aplaudir. E no final, de pé é claro!

Se não deu para você ir… sim, se arrependa. Mas não perca as esperanças… O sucesso foi tão grande que eles com certeza voltarão, quem sabe com um outro espetáculo que não seja o Saltimbanco.

E eu estarei lá.